domingo, 15 de dezembro de 2013

O que é a felicidade mesmo, hein?

A felicidade é o foco de um dos debates milenares da filosofia. Para falar a verdade, todos querem dar pitaco. Aristóteles disse que o que os filósofos e o senso comum chamam de felicidade são coisas diferentes.  É engraçado como algo tão presente em nossas vidas, ao menos em aspiração, seja tão controverso e ambíguo.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Num mundo de mortos, temamos os vivos

Quando terminei de ler o livro, uma das primeiras coisas que ficou rondando minha cabeça, como se fosse um enxame de abelhas, foi: "Para enlouquecer, basta um empurrãozinho"

Essa é uma tradução livre de uma das mais emblemáticas frases proferidas pelo Coringa, em Batman The Dark Knight. Fico na dúvida se ela retrata de forma justa o perfil dos irmãos Blake, em Walking Dead - A Ascensão do Governador

domingo, 3 de novembro de 2013

Qual o problema com o reducionismo?

Essa é uma pergunta que tento responder desde o início do meu curso de graduação em psicologia. Até hoje não obtive sucesso. Observo também que os maiores críticos do chamado reducionismo não conseguem expor de forma clara seus motivos; o máximo que conseguem é expor uma série de chavões holísticos. Esse é um tema extremamente delicado na psicologia, de maneira que tive que – acidentalmente – partir para a filosofia para tentar entender um pouco essa briga.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A bolhas de realidade do Justiceiro

“Todos os seres tem a natureza primordial, estamos na mandala primordial, tudo bem, não tem perigo nenhum. A nossa dificuldade é que, nós construímos as bolhas de realidade, não percebemos que estamos fazendo isto, penetramos em bolhas específicas, e ali dentro, temos a experiência do que é chamado Samsara.
Nesta Roda da Vida nós penetramos através dos elementos, construímos coisas artificiais, tentamos sustentar aquilo de qualquer jeito, nos identificamos com aquilo que aspiramos. Surge uma identidade que opera de forma cada vez mais hábil, ou seja, cada vez mais responsiva, cada vez menos consciente, no sentido de ter uma avaliação sobre sua própria operação.” ~Lama Padma Samten
Tem dias que eu percebo que algumas pessoas são como o Justiceiro. Frank Castle era um agente especial que teve a família brutalmente assassinada por mafiosos. O grupo buscava vingança. A partir daí, a vida de Castle passou a ser um verdadeiro inferno. Cheia de raiva, ódio, desejo, obsessão, violência e apenas um objetivo: vingar a morte de seus entes queridos aniquilando todo marginal ou super-vilão que passasse pela sua frente. E por aniquilar, não estou querendo dizer capturar e entregar de mão beijada para as autoridade, como faz Batman. Falo de apontar a escopeta e vaporizar cabeças.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma lição de discriminação

Todos deveriam assistir a este Uma Lição de Discriminação. Principalmente porque vivemos num mundo de pessoas preconceituosas [por mais que muito disso seja mimimi]. Também vivemos numa época em que explicações que vão além da história de determinado tipo de discriminação, são consideradas reforçadores destes. Por exemplo, o que seria dito se argumentassem que o comportamento preconceituoso faz parte da natureza humana?

sábado, 7 de setembro de 2013

Focando sua mente de macaco

Regras, regras, regras!
Se tem regras não é zen.
Elas me deixam LOUCO!
~Comentário em Ser Zen ou Praticar Zen

Shunryu Suzuki Roshi
Se observarmos bem a nós mesmos, nossa mente também é assim. Nossa mente de macaco, como diria Suzuki Roshi:
...."quando você não acredita no significado da prática que está fazendo neste momento, nada pode ser feito. Está às voltas com o objetivo, com a sua mente de macaco. Está sempre procurando por algo sem saber o que está fazendo. Se você quer ver uma coisa, deve abrir os olhos."... ~Texto de Shunryu Suzuki, extraído do livro "Mente ZEN, mente de principiante"
A nossa mente nunca fica parada, sempre está procurando algo para perscrutar. É como se fosse um esquilo ou um cão, permanentemente farejando tudo à volta.