Falar sobre este documentário e divulgá-lo é potencialmente
um poderoso instrumento contra a ignorância de adultos e crianças sobre
alimentação. Digo “potencialmente” porque essas preciosas ações podem
simplesmente entrar por um ouvido e sair pelo outro, principalmente se isso é
feito em redes sociais, onde é bem mais fácil parar para ler um post sobre
futebol ou qualquer imagem engraçadinha do que qualquer outra coisa que
realmente agregue conhecimento e qualidade às nossas vidas.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Muito Além do Peso - O que você pensa sobre seus hábitos alimentares?
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Felipe
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quarta-feira, agosto 14, 2013
Muito Além do Peso - O que você pensa sobre seus hábitos alimentares?
2013-08-14T15:42:00-03:00
Felipe
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013
A pontualidade pode salvar sua vida
Algumas situações me deixam de cabelos em pé. Não vou bater
o martelo dizendo que trata-se de uma cultura típica do Brasil, nem mesmo dos
cariocas. Pode até ser, mas agora não importa, pois em maior ou menor grau,
raciocínios como os que eu citarei existem pelo mundo todo, certamente. Indo
direto ao ponto: por que as pessoas não conseguem entender que muitas vezes
aquilo que é ordenado que elas façam – direta ou indiretamente por uma ameaça
de punição – é para o próprio bem delas e dos que estão ao redor?
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Felipe
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quarta-feira, agosto 07, 2013
A pontualidade pode salvar sua vida
2013-08-07T12:04:00-03:00
Felipe
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Notas sobre a JMJ, Igreja e protestos
Acabamos de passar pela popularmente chamada semana do Papa,
do evento oficialmente intitulado Jornada Mundial da Juventude. Algumas pessoas
devem estar achando estranho eu não ter me pronunciado aqui sobre isso e essa
omissão se deve a dois motivos: o primeiro é que vi muitas pessoas pelo
facebook fazendo comentários positivos e negativos e eu sempre estava lá
opinando também, e sempre que eu mesmo postava algo, fãs e críticos também
chegavam junto no post; assim por um tempo achei desnecessário escrever algo
por aqui. O segundo e último motivo foi que achei melhor observar e pensar
claramente sobre o significado desse evento, sobre as controvérsias que gerou e
por aí vai. Não vale ser precocemente contra, devemos sempre tentar analisar a
coisa o mais imparcialmente possível.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Os típicos hábitos de leitura da massa
Convenhamos: o Brasil não é um país de leitores vorazes.
Lemos pouco e o pouco que lemos não parece ser literatura de qualidade. Meu
objetivo nesse texto não é entrar na polêmica sobre a melhor definição para literatura de qualidade nem em nenhum tipo de objetivismo,
relativismo, subjetivismo ou preconceito. Apenas assumamos que auto-ajuda e romances de banca
– que parecem predominar como os gêneros mais lidos – não são exemplares óbvios
dessa categoria. Também corro o risco de generalizar ao dizer que o brasileiro tem tais hábitos.
Obviamente que nem todos se enquadram aí, eu mesmo sou uma exceção. Tendo
antecipado as críticas mais óbvias, chatas e ingênuas, espero que as eventuais críticas sejam sagazes e que acrescentem algo ao debate que pretendo
suscitar.
Diariamente utilizo ônibus; às vezes uso metrô. Sempre que percebo algum passageiro lendo, tendo a tentar identificar de qual livro se trata. Há muito tempo deixei para trás as
esperanças de encontrar mãos folheando algum bom livro de filosofia, ficção
científica, ciência, história ou mesmo algum clássico de fantasia e aventura.
Só o que vejo são romances eróticos e auto-ajuda. Bom, está certo que muitos
livros de filosofia passam por auto-ajuda, pois a filosofia de algum modo nos
ajuda e muito, mas falo é da auto-ajuda descarada mesmo, do estilo Como Ser Feliz em 10 Lições, ou outra
obra com igual teor trágico. Isso para não mencionar obras de autores como Malafaia e padres em geral.
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Felipe
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sexta-feira, julho 26, 2013
Os típicos hábitos de leitura da massa
2013-07-26T13:31:00-03:00
Felipe
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domingo, 23 de junho de 2013
Confusões entre o método científico e atravessamentos sociais na motivação científica
Os debates suscitados pelo DSM V perpassam várias áreas. A
psicologia, a psiquiatria, sociologia e outras, estão fortemente imbricadas nas
consequências desse manual (não só pela publicação de um novo, com modificações
em relação ao anterior, mas pela existência em si, de um livro como esses). No
meio das várias críticas traçadas – nas quais o transtorno pego como Judas é
sempre o TDAH – algumas se sobressaem. Umas, por serem muito boas e nos levarem
a uma reflexão profunda sobre nossas práticas terapêuticas, as teorias que
embasam essas práticas e qual sociedade estamos criando com elas. Outras,
destacam-se pela repetição de frases prontas – na verdade, rixas prontas e
antigas que quando mencionadas dão ar de intelectualidade – e alguns argumentos
falaciosos.
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Felipe
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domingo, junho 23, 2013
Confusões entre o método científico e atravessamentos sociais na motivação científica
2013-06-23T18:07:00-03:00
Felipe
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sábado, 15 de junho de 2013
Cortados pela Guilhotina de Hume - Marina Ruy Barbosa e Paes
Recentemente, a atriz Marina Ruy Barbosa se envolveu numa
polêmica ao dizer em entrevista que “é difícil mulheres rodadas encontrarem um
cara legal”. Logo depois, em sua página de uma rede social, Nana Gouveia, diz:
"Ah! Como eu quis dizer essas palavras quando li o que essa garotinha mimada, preconceituosa e que não sabe absolutamente nada da verdade da vida falou nessa tal entrevista. Marina Ruy Barbosa: 'Criança, suas palavras foram de uma ignorância machista sem dimensões. O que você mostrou com seus comentários foi tão somente que você deseja que as pessoas que lhe considerem uma puritana".
Fiquei sabendo dessa história ao ver no facebook várias
moças que se consideram feministas, criticando a atriz. Diziam, basicamente, o
que a própria Nana disse, que Marina era preconceituosa e machista. Pensando na
atual linha de raciocínio que as pessoas estão seguindo, a opinião de Marina
realmente foi bem retrógrada, principalmente considerando sua idade. Mas
acredito que a coisa não seja tão fácil de criticar quanto as feministas
acreditam. Existe uma diferença essencial entre o ser e o dever ser que muitas
críticas acaloradas e passionais deixam de considerar. Essa diferença consiste em deixar claro que às vezes nossa opinião toma por base aquilo que a sociedade faz, outras, o que a sociedade deveria fazer.
sábado, 25 de maio de 2013
A discussão sobre o DSM continua: mas será que as críticas estão, todas as vezes, corretas?
Depois que escrevi um texto criticando o artigo da Eliane Brum, muitos comentários surgiram, principalmente no facebook. Eles foram bem relevantes pois só me fizeram constatar algo que já percebia há tempos: as pessoas das áreas de Humanas não entendem bem como funcionam outras áreas. E, em parte, isso não é culpa exclusiva dos alunos, mas de todo um sistema que sustenta uma guerrinha besta entre os “biologizantes e os humanistas”, como se meio ambiente, organismo e comportamento estivessem desconectados. Inclusive, já abordei temas relacionados a isso por aqui.
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Felipe
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sábado, maio 25, 2013
A discussão sobre o DSM continua: mas será que as críticas estão, todas as vezes, corretas?
2013-05-25T13:28:00-03:00
Felipe
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terça-feira, 21 de maio de 2013
O DSM não é tão vilão assim
A Eliane Brum é uma ótima articulista - de acordo com minha opinião "colifórmica" que provavelmente não é muito qualificada para julgá-la - mas acho que quando ela e outros resolvem criticar o DSM o que vem é uma "chuvarada" de senso comum e precipitações. Sim, esse novo DSM (o manual que contém todos os transtornos psiquiátricos catalogados até então) contém muito mais transtornos, de forma que facilmente o leitor desavisado pode ler e já ir se encaixando em algum perfil lá dentro. Mas o que isso significa? A resposta se entrelaça com a própria intenção por trás do DSM: o manual existe para que os psiquiatras do mundo todo possam agir uniformemente à respeito de diagnósticos e tratamentos. É uma mera formalidade necessária se não quisermos criar uma clínica extremamente subjetiva em que vale tudo em termos de tratamentos, teorizações e etc e que ao mesmo tempo, por tanta diversidade, não se chega a lugar algum nem prática nem teoricamente. O manual não serve para que compre cada cidadão o seu exemplar e saia por aí se diagnosticando, como se fosse um horóscopo do jornal de domingo.
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Felipe
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terça-feira, maio 21, 2013
O DSM não é tão vilão assim
2013-05-21T19:39:00-03:00
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domingo, 5 de maio de 2013
Iron Man 3: Foi bom ou não?
É a primeira vez que opino publicamente por aqui sobre algum
filme de herói. Sou fã incondicional de quadrinhos, daqueles que vai ao cinema
prestigiar a adaptação mesmo sabendo que pode vir uma bomba pela frente – como
veio nos dois filmes do Motoqueiro Fantasma.
Por que resolvi fazer isso só agora? Não sei ao certo. Uma
das minhas hipóteses é que eu fiquei tão estupefato com os últimos filmes da
Marvel e da DC, que me senti até inibido ou bloqueado para escrever algo. Mas,
bom, isso é sobre porque eu não tinha escrito antes, mas não responde por qual
motivo fiz agora. Defendo a ideia de que Homem de Ferro 3 foi um filme
empolgante – seria impossível não ser com o Robert Downey Jr. – mas que teve
falhas e excessos que me fizeram respirar e analisar a coisa um pouco longe do
calor escandante de “marveteiro”.
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Felipe
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domingo, maio 05, 2013
Iron Man 3: Foi bom ou não?
2013-05-05T12:35:00-03:00
Felipe
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sábado, 13 de abril de 2013
O que eu estudo e o que pensam que eu estudo em Psicologia
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| Freud: até hoje discute-se muito se sua criação - a psicanálise - é mesmo psicologia ou um ramo independente. O fato de ser possível virar psicanalista sem graduação em psicologia é sugestivo, não? |
Estou já terminando meu curso de psicologia, e nesses quase
5 anos venho convivendo com diversos mitos sobre o que o psicólogo faz e,
principalmente, no que concerne à minha situação atual, sobre o que estudam. De
certa forma, entendo que para quem está de fora tais temas possam soar um tanto
misteriosos – e, de fato, passei por isso ao ficar matutando sobre o que afinal
eu iria ver na faculdade, na época do vestibular. Mesmo assim, apesar de
equívocos naturais, aparecem alguns que são difíceis de engolir pela própria
falta de bom senso.
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sábado, abril 13, 2013
O que eu estudo e o que pensam que eu estudo em Psicologia
2013-04-13T15:40:00-03:00
Felipe
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quarta-feira, 13 de março de 2013
Asimov ensina ciência aos pós-modernistas
Os leitores mais assíduos aqui já devem estar acostumados às
minhas reclamações sobre o quanto as Ciências Humanas (principalmente o ramo
pós-medernista) me decepcionaram, se comparar o que pensava delas antes da
faculdade e o que passei a pensar depois. Não é raro ver que na verdade não há
uma busca realmente motivada por encontrar a verdade (ainda que nenhuma ciência consiga de fato encontrá-la, mas sim criar
modelos mais ou menos eficientes para explicar fenômenos; modelos estes que vão
sendo aperfeiçoados com o tempo e mais pesquisas), mas sim pela moralização
de determinados conhecimentos.
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Felipe
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quarta-feira, março 13, 2013
Asimov ensina ciência aos pós-modernistas
2013-03-13T19:22:00-03:00
Felipe
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sexta-feira, 1 de março de 2013
Globo tentando validar energia positiva em entrevista com Suzana Herculano
Esse é mais um dos posts em que me indigno com a capacidade
que a Rede Globo tem de propagar ideias pseudocientíficas. O veículo mais comum
é as novelas. Tudo bem, muitas vezes elas só retratam o que já está transitando
na realidade, na sociedade. Todavia, a pergunta é: por que eles NUNCA dão voz a
ideias científicas que, afinal, também fazem parte da sociedade? É claro que um
viés existe aí.
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Felipe
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sexta-feira, março 01, 2013
Globo tentando validar energia positiva em entrevista com Suzana Herculano
2013-03-01T17:26:00-03:00
Felipe
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A controvérsia do cumprimento no aikido: diferenças entre Ocidente e Oriente
O aikido,
como arte marcial de tradição japonesa, é repleto de vários cumprimentos. Nos
curvamos diante de nosso sensei, diante de nossos colegas mais graduados e dos
menos graduados também, e, claro, diante da foto de Ueshiba (O Sensei). Pode
parecer mera formalidade tola, mas esse é um costume de precioso valor
simbólico e prático. Mas, muitas vezes, enfrentamos os problemas típicos de
transportar uma tradição de outra cultura, para a nossa, a ocidental. Nesse
sentido, algumas pessoas se sentem incomodadas, principalmente com a reverência
a O Sensei.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
O que aprendi nas conversas sobre Silas Malafaia
Fevereiro está sendo um mês movimentado na internet graças à
entrevista do pastor Silas Malafaia no programa da jornalista Marília Grabriela. Não
me supreendi com nada que aconteceu ali, até mesmo o óbvio descontrole da
apresentadora foi esperado, afinal, é difícil encontrar alguém que sobreviva
serenamente às táticas e falas do pastor. Além de seu tom de voz agressivo e
fala ininterrupta que constantemente interrompe o interlocutor, seus argumentos
em si são tão radicais que é complicado manter a imparcialidade.
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Felipe
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terça-feira, fevereiro 12, 2013
O que aprendi nas conversas sobre Silas Malafaia
2013-02-12T11:25:00-02:00
Felipe
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Sobre o meu ateísmo
“A mitologia pode, num
real sentido, ser definida
como a religião de
outro povo. E a religião pode,
num certo sentido, ser
entendida como
uma incompreensão
popular da mitologia.”
Isto és Tu – Joseph Campbell
Sempre fui
ligado às religiões, apesar de não praticar nenhuma. Talvez isso seja um misto
de interesse pessoal pelo Mistério
juntamente com as influências da minha família, que sempre foi plural em suas
crenças, me fazendo ir em igrejas, centros de religiões afrobrasileiras,
centros kardecistas e etc. Ou, quem sabe, esse contexto em si foi o que
produziu em mim o desejo de conhecer mais sobre essas coisas.
O fato é que hoje vejo que apesar de na minha infância ter
sempre visto a mim mesmo como religioso – ou pelo menos crente em Deus – eu não
era nada disso. Eu acreditava em nada mais que no Deus das lacunas. Sempre gostei muito de ciência, de forma que
quando não podia explicar algo por ela, acabava apelando para a religião,
milagres, influências de Deus, santos, anjos.
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Felipe
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sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Sobre o meu ateísmo
2013-02-01T20:35:00-02:00
Felipe
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sábado, 5 de janeiro de 2013
O materialismo espiritual das festas de fim de ano
Todo fim de ano é a mesma coisa: o Natal e o Ano Novo fazem
todos se felicitarem, aplaudir fogos, comprarem grandes perus de Natal e ceiar
com amigos e familiares. Além disso, uma verdadeira onda de altruísmo e
amabilidade parece perpassar a todos. Eu sempre me pergunto de onde vem tal
coisa e qual a sua veracidade e, ainda, se indagar sobre isso é válido ou não.
Se formos realistas e dermos uma boa lembrada em todo o ano,
veremos que a maior parte dele não é preenchida por toda essa alegria e
entusiasmo com o próximo. Somos mal educados, temos má vontade, não temos
paciência para aturar velhos costumes que se repetem, pecuinhas, ranhetices e
etc. Claro, o bom e velho amor também aparece, assim como outros bons
sentimentos. Não sou pessimista nesse sentido.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Hulk me ajudando a entender a hipocrisia
Uma das edições da série de 5 revistas chamada 5 Ronin, que aborda uma versão
alternativa da história do Hulk, me fez pensar sobre algo bem insuspeitável:
sobre a hipocrisia religiosa. Não, dessa vez não estou me propondo a criticar
as religiões, mas a criticar alguns críticos delas. É comum ouvirmos críticas
como “Ah ele errou, não é tão caridoso assim, hipócrita!” à respeito de
religiosos. No caso do budismo, que é uma religião que tem ênfase no controle
da mentem é comum ouvir críticas parecidas quando um praticante perde o
controle por alguma razão. E essa revista sobre o Hulk, que se passa num tempo
alternativo, no Japão feudal, me fez pensar que talvez esse tipo de falha seja
um motivo mais do que suficiente para a prática religiosa, ou em outras palavras,
um processo natural em direção ao cumprimento de determinada meta.
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sábado, dezembro 22, 2012
Hulk me ajudando a entender a hipocrisia
2012-12-22T11:51:00-02:00
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
O choque mental de 1984
A leitura do livro 1984 foi impactante em muitos sentidos. O
livro foi escrito em 1948, mas parece descrever um futuro muito próximo do que
nós vivemos, pelo menos em relação a certos aspectos. Ele nos faz refletir
sobre o mundo em que vivemos (passado e presente) e no qual viveremos, bem como
o que desejamos para esse futuro e quais as consequências imprevistas disso.
Mas ele também reserva uma boa dose de reflexão a cerca de nós mesmos.
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Felipe
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sexta-feira, novembro 30, 2012
O choque mental de 1984
2012-11-30T20:17:00-02:00
Felipe
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ensinar ou não ensinar a variação linguística?
Erros de
português sempre incomodam, não adianta negar (como a irritante mania mais novade falar “reprovei” ao invés de “fui reprovado”). Claro, uns incomodam mais que outros, mas o que não consigo entender mesmo é
o motivo pelo qual algumas pessoas defendem o “direito” de se errar a língua
que falamos. Acredito que o objetivo oficial da chamada “variação linguística”
não seja esse, mas sim fazer os alunos vêem que o que hoje é chamado de português
formal ou norma culta da língua é algo convencionado ao longo da história de
determinado grupo social.
Além disso,
é difícil falar numa norma culta no
sentido de algo estático a ser seguido porque ela está sempre variando, a
língua é viva. No entanto, eu ainda me pergunto: será que ensinar isso para
crianças e adolescentes no colégio é produtivo?
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sexta-feira, novembro 16, 2012
Ensinar ou não ensinar a variação linguística?
2012-11-16T11:03:00-02:00
Felipe
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sábado, 20 de outubro de 2012
Variações linguísticas e banalização do direito
Além disso,
é difícil falar numa norma culta no
sentido de algo estático a ser seguido porque ela está sempre variando, a
língua é viva. No entanto, eu ainda me pergunto: será que ensinar isso para
crianças e adolescentes no colégio é produtivo?
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sábado, outubro 20, 2012
Variações linguísticas e banalização do direito
2012-10-20T18:44:00-03:00
Felipe
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