Logo nos primeiros dias após o jogo da seleção brasileira contra a Colômbia, começaram a pipocar pelas redes sociais diversas manifestações sobre a lesão sofrida por Neymar, causada pelo golpe do jogador colombiano. Imagens e status no facebook mostravam piadas, apoio, exaltação e, ainda, comparações. Muitos internautas pareciam estar revoltados com a comoção pública que o incidente teve, enquanto a ponte que caiu em Belo Horizonte (MG), matando algumas pessoas, tinha recebido pouca cobertura, tanto da mídia quanto dos usuários da rede. Fui uma dessas pessoas, embora não tenha me pronunciado de forma efusiva. Mas, diferente de muitos, não creio que Neymar tenha culpa no cartório. Não existe um culpado pontual para o fato de o brasileiro colocar todas as suas forças no futebol e ignorar coisas vital e intelectualmente mais importantes. O verdadeiro culpado da negligência brasileira com o que realmente importa, é você, somos nós.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
O problema não é a dor do Neymar nem a das vítimas do viaduto em MG
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Felipe
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quarta-feira, julho 09, 2014
O problema não é a dor do Neymar nem a das vítimas do viaduto em MG
2014-07-09T12:01:00-03:00
Felipe
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sábado, 29 de março de 2014
Elucubrações sobre as técnicas interpretativas de psicanalistas, xamãs e oráculos - De Matrix à Delfos
Há momentos na vida em que devemos recusar um desafio, geralmente quando o resultado é demasiadamente óbvio por já termos experienciado coisas parecidas antes e visto que não foi proveitoso para nós. Isso vale para lugares e mesmo assuntos. Em relação ao segundo, posso dizer que comecei a evitar leituras psicanalíticas assim que comecei a ver o tema na faculdade (sim, eu estudo psicologia). Me pareceu por demais não apenas não-científico (o que não é um problema em si), mas principalmente pseudocientífico (apesar de Freud ter tido intenções bem positivistas e mecanicistas ao começar a desenvolver a área), o que necessariamente é algo que já de primeira deveria desqualificar determinada empreitada.
O mesmo
serviria para os demais psicanalistas que romperam com a escola freudiana, como
Jung. Em relação a
este, sobre o qual nunca tinha lido nada nem na faculdade nem fora dela, minhas
expectativas só pioraram, graças à disciplina de Metodologia Científica. Era
ministrada por uma professora simpática, mas que insistia em não dar
metodologia científica – ou melhor, teimava em dar o que ela entendia como tal.
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Felipe
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sábado, março 29, 2014
Elucubrações sobre as técnicas interpretativas de psicanalistas, xamãs e oráculos - De Matrix à Delfos
2014-03-29T18:59:00-03:00
Felipe
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Considerações aversivas sobre a escravidão humana e o especismo como revanchismo hipócrita
Se você é corajoso o suficiente para ver Terráqueos, veja.
Eu não consegui.
Esse é do tipo de conteúdo que dá material para pensarmos
sem parar durante uma semana inteira. Muitas questões surgiram para mim nos
quase 20 minutos que tive estômago de assistir, vejamos alguns.
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Felipe
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sexta-feira, janeiro 31, 2014
Considerações aversivas sobre a escravidão humana e o especismo como revanchismo hipócrita
2014-01-31T09:53:00-02:00
Felipe
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O olhar da mente humanista e analítico de Sacks, sem perder a compostura
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segunda-feira, janeiro 27, 2014
O olhar da mente humanista e analítico de Sacks, sem perder a compostura
2014-01-27T22:29:00-02:00
Felipe
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
A jornada heróica de Bilbo
Ler O Hobbit foi uma das mais inesperadas aventuras das quais já participei. Digo dessa forma pois é exatamente assim que o leitor se sente, tendo Bilbo como o personagem que vai conhecendo um mundo enorme e cheio de desafios, de coisas desconhecidas e perigosas - tão leigo quanto a Terra Média quanto nós.
Quem está familiarizado com A Jornada do Herói, de Joseph Campbell, sabe muito bem que Bilbo
Bolseiro é um herói, aquele que vivia uma vida pacata, comum e recebeu um
chamado à aventura. Em algumas histórias esse chamado aparece como sendo um
sonho estranho, uma visita inesperada como a de Gandalf ou mesmo um fruto de
reflexão pessoal mais apurada.
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Felipe
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segunda-feira, janeiro 20, 2014
A jornada heróica de Bilbo
2014-01-20T12:48:00-02:00
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Expurgo no Natal
O ano é 2022. Os EUA
diminuíram em 90% seus índices de criminalidade, o país nunca vivenciou tanta paz;
talvez nem o mundo tenha visto. Dizem que não existe almoço grátis na
natureza, e eu acho que essa frase tem algo em seu cerne que diz muito sobre esse
cenário futurista. Paraísos tem um preço, e no caso dessa realidade distópica, o preço é
pago em um dia, em troca de 364 dias de paz. É o Dia do Expurgo. A história fora marcada em antes e depois a partir do momento em que foi proposto que todos os
americanos vivem em absoluta paz e solidariedade em troca da oportunidade de
expurgar toda a sua raiva, ódio, intolerância e agressividade em apenas um dia
do ano; neste dia, a lei não funciona, emergências não funcionam, policiais
tiram folga. Todos sem exceção são liberados para matar, estripar e mutilar
quem quer que seja. Todos os maus sentimentos e intenções seriam expurgados,
como numa catarse psicopática.
Essa é a sinopse de The Purge, que estreou este ano. A plot
é original pois nos dá a oportunidade de refletir sobre a nossa natureza e a da sociedade em que vivemos. Mas, para além das questões sobre se somos realmente
esses animais perversos buscando oportunidades para exercer violência, esse
filme me trouxe importantes questões em relação ao Natal.
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