terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma lição de discriminação

Todos deveriam assistir a este Uma Lição de Discriminação. Principalmente porque vivemos num mundo de pessoas preconceituosas [por mais que muito disso seja mimimi]. Também vivemos numa época em que explicações que vão além da história de determinado tipo de discriminação, são consideradas reforçadores destes. Por exemplo, o que seria dito se argumentassem que o comportamento preconceituoso faz parte da natureza humana?

sábado, 7 de setembro de 2013

Focando sua mente de macaco

Regras, regras, regras!
Se tem regras não é zen.
Elas me deixam LOUCO!
~Comentário em Ser Zen ou Praticar Zen

Shunryu Suzuki Roshi
Se observarmos bem a nós mesmos, nossa mente também é assim. Nossa mente de macaco, como diria Suzuki Roshi:
...."quando você não acredita no significado da prática que está fazendo neste momento, nada pode ser feito. Está às voltas com o objetivo, com a sua mente de macaco. Está sempre procurando por algo sem saber o que está fazendo. Se você quer ver uma coisa, deve abrir os olhos."... ~Texto de Shunryu Suzuki, extraído do livro "Mente ZEN, mente de principiante"
A nossa mente nunca fica parada, sempre está procurando algo para perscrutar. É como se fosse um esquilo ou um cão, permanentemente farejando tudo à volta.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Muito Além do Peso - O que você pensa sobre seus hábitos alimentares?

Falar sobre este documentário e divulgá-lo é potencialmente um poderoso instrumento contra a ignorância de adultos e crianças sobre alimentação. Digo “potencialmente” porque essas preciosas ações podem simplesmente entrar por um ouvido e sair pelo outro, principalmente se isso é feito em redes sociais, onde é bem mais fácil parar para ler um post sobre futebol ou qualquer imagem engraçadinha do que qualquer outra coisa que realmente agregue conhecimento e qualidade às nossas vidas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A pontualidade pode salvar sua vida

Algumas situações me deixam de cabelos em pé. Não vou bater o martelo dizendo que trata-se de uma cultura típica do Brasil, nem mesmo dos cariocas. Pode até ser, mas agora não importa, pois em maior ou menor grau, raciocínios como os que eu citarei existem pelo mundo todo, certamente. Indo direto ao ponto: por que as pessoas não conseguem entender que muitas vezes aquilo que é ordenado que elas façam – direta ou indiretamente por uma ameaça de punição – é para o próprio bem delas e dos que estão ao redor?

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Notas sobre a JMJ, Igreja e protestos

Acabamos de passar pela popularmente chamada semana do Papa, do evento oficialmente intitulado Jornada Mundial da Juventude. Algumas pessoas devem estar achando estranho eu não ter me pronunciado aqui sobre isso e essa omissão se deve a dois motivos: o primeiro é que vi muitas pessoas pelo facebook fazendo comentários positivos e negativos e eu sempre estava lá opinando também, e sempre que eu mesmo postava algo, fãs e críticos também chegavam junto no post; assim por um tempo achei desnecessário escrever algo por aqui. O segundo e último motivo foi que achei melhor observar e pensar claramente sobre o significado desse evento, sobre as controvérsias que gerou e por aí vai. Não vale ser precocemente contra, devemos sempre tentar analisar a coisa o mais imparcialmente possível.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Os típicos hábitos de leitura da massa

Convenhamos: o Brasil não é um país de leitores vorazes. Lemos pouco e o pouco que lemos não parece ser literatura de qualidade. Meu objetivo nesse texto não é entrar na polêmica sobre a melhor definição para literatura de qualidade nem em nenhum tipo de objetivismo, relativismo, subjetivismo ou preconceito. Apenas assumamos que auto-ajuda e romances de banca – que parecem predominar como os gêneros mais lidos – não são exemplares óbvios dessa categoria. Também corro o risco de generalizar ao dizer que o brasileiro tem tais hábitos. Obviamente que nem todos se enquadram aí, eu mesmo sou uma exceção. Tendo antecipado as críticas mais óbvias, chatas e ingênuas, espero que as eventuais críticas sejam sagazes e que acrescentem algo ao debate que pretendo suscitar.

Diariamente utilizo ônibus; às vezes uso metrô. Sempre que percebo algum passageiro lendo, tendo a tentar identificar de qual livro se trata. Há muito tempo deixei para trás as esperanças de encontrar mãos folheando algum bom livro de filosofia, ficção científica, ciência, história ou mesmo algum clássico de fantasia e aventura. Só o que vejo são romances eróticos e auto-ajuda. Bom, está certo que muitos livros de filosofia passam por auto-ajuda, pois a filosofia de algum modo nos ajuda e muito, mas falo é da auto-ajuda descarada mesmo, do estilo Como Ser Feliz em 10 Lições, ou outra obra com igual teor trágico. Isso para não mencionar obras de autores como Malafaia e padres em geral.