sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A bolhas de realidade do Justiceiro

“Todos os seres tem a natureza primordial, estamos na mandala primordial, tudo bem, não tem perigo nenhum. A nossa dificuldade é que, nós construímos as bolhas de realidade, não percebemos que estamos fazendo isto, penetramos em bolhas específicas, e ali dentro, temos a experiência do que é chamado Samsara.
Nesta Roda da Vida nós penetramos através dos elementos, construímos coisas artificiais, tentamos sustentar aquilo de qualquer jeito, nos identificamos com aquilo que aspiramos. Surge uma identidade que opera de forma cada vez mais hábil, ou seja, cada vez mais responsiva, cada vez menos consciente, no sentido de ter uma avaliação sobre sua própria operação.” ~Lama Padma Samten
Tem dias que eu percebo que algumas pessoas são como o Justiceiro. Frank Castle era um agente especial que teve a família brutalmente assassinada por mafiosos. O grupo buscava vingança. A partir daí, a vida de Castle passou a ser um verdadeiro inferno. Cheia de raiva, ódio, desejo, obsessão, violência e apenas um objetivo: vingar a morte de seus entes queridos aniquilando todo marginal ou super-vilão que passasse pela sua frente. E por aniquilar, não estou querendo dizer capturar e entregar de mão beijada para as autoridade, como faz Batman. Falo de apontar a escopeta e vaporizar cabeças.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Uma lição de discriminação

Todos deveriam assistir a este Uma Lição de Discriminação. Principalmente porque vivemos num mundo de pessoas preconceituosas [por mais que muito disso seja mimimi]. Também vivemos numa época em que explicações que vão além da história de determinado tipo de discriminação, são consideradas reforçadores destes. Por exemplo, o que seria dito se argumentassem que o comportamento preconceituoso faz parte da natureza humana?

sábado, 7 de setembro de 2013

Focando sua mente de macaco

Regras, regras, regras!
Se tem regras não é zen.
Elas me deixam LOUCO!
~Comentário em Ser Zen ou Praticar Zen

Shunryu Suzuki Roshi
Se observarmos bem a nós mesmos, nossa mente também é assim. Nossa mente de macaco, como diria Suzuki Roshi:
...."quando você não acredita no significado da prática que está fazendo neste momento, nada pode ser feito. Está às voltas com o objetivo, com a sua mente de macaco. Está sempre procurando por algo sem saber o que está fazendo. Se você quer ver uma coisa, deve abrir os olhos."... ~Texto de Shunryu Suzuki, extraído do livro "Mente ZEN, mente de principiante"
A nossa mente nunca fica parada, sempre está procurando algo para perscrutar. É como se fosse um esquilo ou um cão, permanentemente farejando tudo à volta.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Muito Além do Peso - O que você pensa sobre seus hábitos alimentares?

Falar sobre este documentário e divulgá-lo é potencialmente um poderoso instrumento contra a ignorância de adultos e crianças sobre alimentação. Digo “potencialmente” porque essas preciosas ações podem simplesmente entrar por um ouvido e sair pelo outro, principalmente se isso é feito em redes sociais, onde é bem mais fácil parar para ler um post sobre futebol ou qualquer imagem engraçadinha do que qualquer outra coisa que realmente agregue conhecimento e qualidade às nossas vidas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A pontualidade pode salvar sua vida

Algumas situações me deixam de cabelos em pé. Não vou bater o martelo dizendo que trata-se de uma cultura típica do Brasil, nem mesmo dos cariocas. Pode até ser, mas agora não importa, pois em maior ou menor grau, raciocínios como os que eu citarei existem pelo mundo todo, certamente. Indo direto ao ponto: por que as pessoas não conseguem entender que muitas vezes aquilo que é ordenado que elas façam – direta ou indiretamente por uma ameaça de punição – é para o próprio bem delas e dos que estão ao redor?

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Notas sobre a JMJ, Igreja e protestos

Acabamos de passar pela popularmente chamada semana do Papa, do evento oficialmente intitulado Jornada Mundial da Juventude. Algumas pessoas devem estar achando estranho eu não ter me pronunciado aqui sobre isso e essa omissão se deve a dois motivos: o primeiro é que vi muitas pessoas pelo facebook fazendo comentários positivos e negativos e eu sempre estava lá opinando também, e sempre que eu mesmo postava algo, fãs e críticos também chegavam junto no post; assim por um tempo achei desnecessário escrever algo por aqui. O segundo e último motivo foi que achei melhor observar e pensar claramente sobre o significado desse evento, sobre as controvérsias que gerou e por aí vai. Não vale ser precocemente contra, devemos sempre tentar analisar a coisa o mais imparcialmente possível.