A leitura do livro 1984 foi impactante em muitos sentidos. O
livro foi escrito em 1948, mas parece descrever um futuro muito próximo do que
nós vivemos, pelo menos em relação a certos aspectos. Ele nos faz refletir
sobre o mundo em que vivemos (passado e presente) e no qual viveremos, bem como
o que desejamos para esse futuro e quais as consequências imprevistas disso.
Mas ele também reserva uma boa dose de reflexão a cerca de nós mesmos.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
O choque mental de 1984
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Felipe
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sexta-feira, novembro 30, 2012
O choque mental de 1984
2012-11-30T20:17:00-02:00
Felipe
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Aprendendo a pensar cientificamente na escola. Só que não.
Que eu
lembre, foi a partir do Ensino Médio que eu comecei a desenvolver um raciocínio
científico um tanto apurado, se for comparar com a maioria das pessoas da minha
idade. Não que antes eu já não me interessasse pelo assunto, mas penso que foi
nessa época que eu me senti mais confiante para analisar coisas que
eventualmente lia ou ouvi por aí, inclusive dos próprios professores.
E nessas
reflexões, algo que sempre ficou claro – e que foi ficando mais ainda com o
tempo – é que existem duas formas de abordar ciência em sala de aula: a
primeira, diz respeito ao ensino das descobertas da mesma através das
disciplinas. A outra versa sobre o uso prático da estrutura de pensamento
científico em sala de aula. O que isso quer dizer?
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Felipe
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segunda-feira, novembro 26, 2012
Aprendendo a pensar cientificamente na escola. Só que não.
2012-11-26T18:47:00-02:00
Felipe
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Ensinar ou não ensinar a variação linguística?
Erros de
português sempre incomodam, não adianta negar (como a irritante mania mais novade falar “reprovei” ao invés de “fui reprovado”). Claro, uns incomodam mais que outros, mas o que não consigo entender mesmo é
o motivo pelo qual algumas pessoas defendem o “direito” de se errar a língua
que falamos. Acredito que o objetivo oficial da chamada “variação linguística”
não seja esse, mas sim fazer os alunos vêem que o que hoje é chamado de português
formal ou norma culta da língua é algo convencionado ao longo da história de
determinado grupo social.
Além disso,
é difícil falar numa norma culta no
sentido de algo estático a ser seguido porque ela está sempre variando, a
língua é viva. No entanto, eu ainda me pergunto: será que ensinar isso para
crianças e adolescentes no colégio é produtivo?
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Felipe
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sexta-feira, novembro 16, 2012
Ensinar ou não ensinar a variação linguística?
2012-11-16T11:03:00-02:00
Felipe
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
O problema das feministas com a psicologia evolucionista
Qualquer
pessoa que já leu sobre psicologia evolucionista (PE)
pode reparar que ela possui inimigos declarados. Em geral, eles estão
espalhados pelas ciências humanas [leia um texto que escrevi descrevendoespecificamente o radicalismo da psicanálise]. Arrisco dizer que isso deve-se ao fato de que nessa área, os estudiosos não
raramente tem um profundo apego por escritos antigos, que deixam de levar em
conta muito do conhecimento produzido até então, bem como um explícito senso de
antropocentrismo.
Em uma
discussão num fórum pela internet, uma vez, conversei com uma pessoa que se
dizia socióloga ou filósofa, não lembro bem. Falávamos sobre darwinismo e ele
discordava veementemente da teoria. Ninguém é obrigado a gostar do assunto, mas
discordar no mínimo é algo que tem que ser feito com propriedade. Mas não foi o
caso, pois o cara simplesmente começou a apelar para argumentos de Platão e Aristóteles,
que falavam de essência da espécie. Nessa visão, uma espécie não poderia virar
outra ou ser modificada de nenhuma forma pois ela tinha uma essência; como
gato, um gato tem essência de gato, então, sua espécie não vir a se tornar
outra futuramente, por exemplo.
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Felipe
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quinta-feira, novembro 01, 2012
O problema das feministas com a psicologia evolucionista
2012-11-01T18:15:00-02:00
Felipe
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